
Over I pilgrim / Sobre mim peregrino
Where every pain / Onde toda dor[,]
Zest only of pleasure / Deleite somente do prazer[,]
Shall one day remain. / Irá um dia permanecer.
Yet a few moments / Mas uns poucos momentos
Then free am I, / Então liberto estou eu,
And intoxicated / E intoxicado
In Love's lap lie. / No colo do Amor, deitado.
Life everlasting / Vida eterna
Lifts, wave-like, at me: / Ergue-se, como uma onda, em mim:
I gaze from its summit / Eu observo de seu pico
Down after thee. / Pra baixo a procura de ti.
Oh Sun, thou must vanish / Oh Sol, tu deves sumir
Yon yon hillock beneath; / O distante outeiro abaixo;
A shadow will bring thee / Uma sombra trará a ti
Thy cooling wreath. / Sua refrescante coroa.
Oh draw at my heart, love, / Oh perdure em meu coração, amor,
Draw till I'm gone, / Perdure até eu partir,
That, fallen asleep, / Que, havendo adormecido,
I still may love on. / Eu continue a amar.
I feel the flow of / Eu sinto o fluir da
Death's youth-giving flood; / Inundação doadora de juventude da Morte.
To balsam and æther, it / Para balsamizar e refrescar, ela
Changes my blood! / Muda meu sangue!
I live all the daytime / Eu vivo todos os dias
In faith and in might: / Em fé e em poder
And in holy rapture / E em santo arrebatamento
I die every night. / Eu morro todas as noites.
- Parte do IV hino Alemão - Rampolli, 1895. Traduzido por George Macdonald e publicado no Novalis: Hymns to the Night.
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Thy fishes breathe but where thy waters roll;
Thy birds fly but within thy airy sea;
My soul breathes only in thy infinite soul;
I breathe, I think, I love, I live but thee.
Oh breathe, oh think,--O Love, live into me;
Unworthy is my life till all divine,
Till thou see in me only what is thine.
Till thou see in me only what is thine.
Teus peixes respiram somente onde Tuas águas rolam;
Tuas aves voam somente em Teu mar aéreo;
Minha alma respira somente em Sua alma infinita;
Eu respiro, eu penso, eu amo, eu vivo somente você.
Oh respire, oh pense, --Oh Amor viva para em mim;
Indigna é minha vida até todo o divino,
Até tu ver em mim somente o que sejas teu.
Tuas aves voam somente em Teu mar aéreo;
Minha alma respira somente em Sua alma infinita;
Eu respiro, eu penso, eu amo, eu vivo somente você.
Oh respire, oh pense, --Oh Amor viva para em mim;
Indigna é minha vida até todo o divino,
Até tu ver em mim somente o que sejas teu.
- 5° poema do mês de Janeiro, extraído de The Diary of an Old Soul, 6ª edição, de George Macdonald publicado em 1880.
Tradução para o Português por Renata da Nóbrega Moura.
3 comentários:
Hey Re legal isso ai que traduziu hein
bem legal
hey essa semana assisti três filmes muito legais, Terra Selvagem, Starddust - o misterio da estrela e A loja magica de brinquedos
todos esse vale a pena, muito a pena assistir
bjokas no colação
Me amiiiigo!!!
George MacDonald num eh pouco pauuuuuu nao!!!
Se´rioooo
um cara la nos anos de 1880 escrever uma coisa dessasssss
mais pau ainda eh o espirito santoooo´
uhúuuuuuuuuuu
O Love, live into me!!!!
\O/
Oi maninhaaaaaa
Nossa q lindo seu comentário rsrsrsrs!!! Amei..
concerteza vc tbmjah é uma maninha querida, espero andar junto com vc... bom encontrar vc no caminho ...!!!! =]rsrsrsrsrs
Lindos esses poemas...
tão profundos.. e escritos de uma vida em D'us....!!!
bjos maninha!!!
estou te colocando lá nos favoritos, vou vir sempre aquiiiii!!!!
Lindo, amei o titulo: alegorias de um vaso de barro! e tudo aqui rsrsrs... bem coloridooooo.. LINDO! rsrsrss
bjos!!!!!!
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