quarta-feira, 12 de março de 2008

Eternal: fora do que fui ensinada a entender...porém criada para ser.


Over I pilgrim / Sobre mim peregrino
Where every pain / Onde toda dor[,]
Zest only of pleasure / Deleite somente do prazer[,]
Shall one day remain. / Irá um dia permanecer.
Yet a few moments / Mas uns poucos momentos
Then free am I, / Então liberto estou eu,
And intoxicated / E intoxicado
In Love's lap lie. / No colo do Amor, deitado.
Life everlasting / Vida eterna
Lifts, wave-like, at me: / Ergue-se, como uma onda, em mim:
I gaze from its summit / Eu observo de seu pico
Down after thee. / Pra baixo a procura de ti.
Oh Sun, thou must vanish / Oh Sol, tu deves sumir
Yon yon hillock beneath; / O distante outeiro abaixo;
A shadow will bring thee / Uma sombra trará a ti
Thy cooling wreath. / Sua refrescante coroa.
Oh draw at my heart, love, / Oh perdure em meu coração, amor,
Draw till I'm gone, / Perdure até eu partir,
That, fallen asleep, / Que, havendo adormecido,
I still may love on. / Eu continue a amar.
I feel the flow of / Eu sinto o fluir da
Death's youth-giving flood; / Inundação doadora de juventude da Morte.
To balsam and æther, it / Para balsamizar e refrescar, ela
Changes my blood! / Muda meu sangue!
I live all the daytime / Eu vivo todos os dias
In faith and in might: / Em fé e em poder
And in holy rapture / E em santo arrebatamento
I die every night. / Eu morro todas as noites.

- Parte do IV hino Alemão - Rampolli, 1895. Traduzido por George Macdonald e publicado no Novalis: Hymns to the Night.

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Thy fishes breathe but where thy waters roll;
Thy birds fly but within thy airy sea;
My soul breathes only in thy infinite soul;
I breathe, I think, I love, I live but thee.
Oh breathe, oh think,--O Love, live into me;
Unworthy is my life till all divine,
Till thou see in me only what is thine.
Teus peixes respiram somente onde Tuas águas rolam;
Tuas aves voam somente em Teu mar aéreo;
Minha alma respira somente em Sua alma infinita;
Eu respiro, eu penso, eu amo, eu vivo somente você.
Oh respire, oh pense, --Oh Amor viva para em mim;
Indigna é minha vida até todo o divino,
Até tu ver em mim somente o que sejas teu.

- 5° poema do mês de Janeiro, extraído de The Diary of an Old Soul, 6ª edição, de George Macdonald publicado em 1880.
Tradução para o Português por Renata da Nóbrega Moura.

3 comentários:

... disse...

Hey Re legal isso ai que traduziu hein
bem legal
hey essa semana assisti três filmes muito legais, Terra Selvagem, Starddust - o misterio da estrela e A loja magica de brinquedos
todos esse vale a pena, muito a pena assistir

bjokas no colação

Fernanda Nóbrega. disse...

Me amiiiigo!!!
George MacDonald num eh pouco pauuuuuu nao!!!
Se´rioooo
um cara la nos anos de 1880 escrever uma coisa dessasssss
mais pau ainda eh o espirito santoooo´
uhúuuuuuuuuuu

O Love, live into me!!!!

\O/

Barbara Sancho disse...

Oi maninhaaaaaa
Nossa q lindo seu comentário rsrsrsrs!!! Amei..
concerteza vc tbmjah é uma maninha querida, espero andar junto com vc... bom encontrar vc no caminho ...!!!! =]rsrsrsrsrs
Lindos esses poemas...
tão profundos.. e escritos de uma vida em D'us....!!!

bjos maninha!!!
estou te colocando lá nos favoritos, vou vir sempre aquiiiii!!!!
Lindo, amei o titulo: alegorias de um vaso de barro! e tudo aqui rsrsrs... bem coloridooooo.. LINDO! rsrsrss

bjos!!!!!!